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domingo, 18 de março de 2018

Jumanji: Bem-vindo à Selva, lançamento do ano de 2018 e sequência moderna da Sony Pictures do clássico dos anos 90 que resgata os momentos de nostalgia das sessões da tarde!

Bom dia meus amigos, hoje tenho uma nova crítica para vocês que é sobre um dos maiores sucessos do ano de 2018 da Sony Pictures que fez sucesso nos cinemas do mundo na virada do ano entre o final de 2017 para o início de 2018, e ao mesmo tempo é uma sequência de um clássico dos anos 90 lançada ano de 1995, e que completa 23 anos com muito estilo que é através dessa sequência moderna, e para aqueles que não sabem de que filme estou falando, eu vou fazer uma pequena charada, ou melhor, pistas para vocês conseguirem lembrar o filme que estou falando; Para começar o filme do ano de 1995 é uma adaptação cinematográfica do famoso livro de mesmo nome publicado no ano de 1981, do famoso escritor Chris Van Allsburg, e 14 anos mais tarde no ano mencionado acima foi feita adaptação cinematográfica pela Sony Pictures, dirigida por Joe Johnston, e no elenco estava como o ator Robin Williams que interpretou um homem que passou a sua juventude inteira sobrevivendo em um jogo de tabuleiro mágico que levava para um mundo de uma selva sem limites, cheios de animais perigosos e até ser libertado por duas crianças.
Desde que foi anunciada pela Sony Pictures, a sequência de Jumanji foi vista por muitos como um filme que não ia dar certo, e todos têm esse pensamento com razão até porque vivemos em uma época em que Hollywood está fazendo remakes, reboots e sequências que podem ser prejudiciais para os estúdios, mas também não podemos ficar com esse pensamento porque ano passado houve a nova adaptação cinematográfica da Warner Bros e da New Line Cinema do famoso livro It: A Coisa do famoso escritor Stephen King que no começo do ano passado as pessoas estavam com medo do filme não ser um sucesso, e quando o filme estreou em setembro do ano passado se tornou uma das maiores bilheterias dos gêneros suspense e terror ainda nos apresentou um dos melhores cineastas dos gêneros, Andy Muschietti que dirigiu a nova versão e se tornou melhores filmes dos gêneros e uma das melhores adaptações cinematográficas dos livros de Stephen King, e isso é uma prova que não podemos jugar o livro pela capa só porque é um remake, reboot ou uma sequência que não vai ser um fracasso; Até porque na virada do ano de 2017 para 2018 somos apresentados a mais um filme que é visto como exemplo que é o centro da minha crítica de hoje que é a sequência de 23 anos mais tarde de Jumanji, que é Jumanji: Bem-vindo a Selva que se tornou uma das maiores bilheterias de sucesso da Sony Pictures e que arrecadou nos meses em que esteve em exibição nos cinemas no total de 928, 9 milhões de USD, e isso para nos mostrar que não podemos julgar um livro pela capa.
E uma das coisas que eu quero apontar para vocês a respeito da sequência do clássico de 1995, é que o diretor do novo filme é o americano Jake Kasdan que é conhecido como diretor de filmes de comédia como Professora sem Classe e Sex Tape: Perdido na Nuvem, e para mim o filme em si é o primeiro longa de ação e aventura do diretor que conseguiu dar uma sequência digna para o Jumanji original e com ajuda dos roteiristas que escreveram o roteiro da sequência que são Chris McKenna e Erik Sommers (roteiristas dos filmes Lego Batman: O Filme e Homem-Aranha: De Volta ao Lar) e Scott Rosenberg (da serie Zoo) e Jeff Pinkner (roteiristas das series Alias, Lost, Fringe, Zoo e dos filmes O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro, A 5° Onda e A Torre Negra) que conseguiram misturar momentos de ação e adrenalina com comédia e fantasia no estilo de uma clássica aventura juvenil de sessão da tarde de clássicos dos anos 80 como Os Goonies e O Clube dos Cinco; Mas o que posso dizer é que inspiração para reboot de Jumanji é através dos clássicos mencionados acima, e ambos se juntam a trama de Jumanji de mãos dadas o filme em si é um encontro, ou melhor, uma mistura de Jumanji com o clássico de Richard Donner com o clássico de John Hughes em um formato mais moderno, ou melhor, dizendo mais próximo ao entretenimento da nova geração que somos nós.
Uma das coisas em que o filme superou as expectativas foi na história central, ou seja, no foco onde a maioria das produções erra nos roteiros que invés de irem ao centro da trama, e uma das coisas acerta também é no seu elenco principal que interpretam os personagens juvenis e seus avatares no mundo de Jumanji, mas uma das coisas que tornou a produção forte foi às referências aos clássicos antigos e são as mesmas referências que ajudam no equilíbrio da trama e ao mesmo tempo a mesma para o desenvolvimento dos personagens principais para o filme e assim como os clássicos dos anos 80 lançados no ano de 1985, Jumanji: Bem-vindo a Selva é uma história de amadurecimento e crescimento, mas diferente dos seus antecessores ele nos apresenta como a juventude tende a amadurecer e crescer, e também apresenta momentos de humor e aventura onde os protagonistas dentro do videogame acabam aprendendo mais a respeito sobre eles mesmos e ao mesmo tempo o relacionamento deles uns com os outros, e uma das coisas boas do filme é que o filme foca mais no momento da ação assim como nos momentos de humor que não decepciona ninguém.
O filme em si no começo mostrou os acontecimentos antes dos dias atuais, no ano de 1996 onde o pai de um adolescente encontra o famoso jogo de tabuleiro Jumanji na praia, e leva para casa para dar seu filho que no final das contas não se interessou pelo jogo até a calada da noite quando o mesmo tabuleiro se transforma em um videogame isso para nos mostrar um dos certos dos realizadores da produção em modernizar e ao mesmo tempo amadurecer a história de Jumanji porque uma das coisas que prejudica a história de um filme ou uma serie de televisão é a mesmice de não evoluir a mesma e ao mesmo tempo acaba não só prejudicando o filme como faz o mesmo público perder o interesse logo pelo mesmo nos minutos iniciais porque esse é o ponto fraco da maioria das produções que mencionei acima, mas por conta de uma direção qualificada e o cuidado dos roteiristas tiveram com o mesmo, o filme se saiu melhor do que o esperado, e ainda o que ajudou a trama a se movimentar foi a apresentação rápida dos personagens e ainda mostrar quem eles são para o público e ao mesmo tempo antes de apresenta-los na trama central e já logo no começo e nessa mesma apresentação podemos conhecer os mesmos personagens e seus problemas pessoais que para quando chegar na hora que o show começar os mesmos terão que aprender mais sobre si mesmo depois da experiência que vão passar.
E em seguida tivemos um salto temporal para 20 anos no futuro no ano de 2016 onde vamos aos poucos nos familiarizando com os protagonistas da história de Jumanji: Bem-vindo à Selva e são os quatro protagonistas que são o nerd Spencer, o atleta Fridge, a patricinha Bethany e a tímida estudante Martha que vão viver o dia mais louco das suas vidas e ao mesmo tempo aprenderam uma valiosa lição de vida como ao mesmo tempo criarão um vínculo de amizade que ajudará eles a se descobrirem mais sobre si mesmos como também o tornarão pessoas melhores antes do que eram; Uma das coisas boas do filme é que o mesmo no apresenta os esperióticos do mundo adolescente, ou melhor, dizendo a cultura do ensino médio no colégio onde os protagonistas estudam e ainda um a um descobrimos porque cada um dos personagens em si pegou a famosa detenção no filme porque sejam eles por motivos de ser egocêntrica, ajudar um velho amigo de infância a trapacear em um trabalho de casa ou fazer uma matéria porque não quer isso todos nós já vimos em outras produções do gênero, mas o filme deixa o drama de ensino médio de lado para pular logo para a parte emocionante do filme, mas o elemento da detenção em si no filme representa a clássica referência do mestre dos filmes adolescentes dos anos 80 que é John Hughes porque para aqueles que não se lembram de um dos seus clássicos famosos do ano de 1985, O Clube dos Cinco que nos apresentou um grupo de cinco estudantes do ensino médio de classes diferentes que pegam detenção pelos erros que cometeram. Mas a grande jogada que o diretor de Jumanji: Bem-vindo a Selva e a equipe de roteiristas fizeram ao conectar e ao mesmo tempo encaixar o clássico de 1985 no contexto do filme foi uma das razões para a história do roteiro ter se encaminhado porque é como eu disse no título da minha crítica do filme que o reboot ou sequência de Jumanji de 1995 é tipo um resgate aos filmes da sessão da tarde que nós víamos nas tardes de nossas infâncias, mas com um contexto moderno o que é uma das minhas observações a respeito do mesmo.
Os quatro adolescentes são colocados em uma detenção diferente pelo diretor deles em uma sala onde terão que limpar ela toda como uma espécie de serviço comunitário que em minha opinião é uma forma mais justa de castigo do que ficar sentados em uma sala de detenção, mas a mesma tarefa serve como uma espécie reflexão em que os mesmos possam usar esse tempo para pensarem que pessoas eles querem ser é uma pergunta que o diretor deles faz antes de dar a tarefa e é no mesmo lugar encontraram o maior desafio de suas vidas como também a maior aventura que já viveram e no meio da limpeza encontram o mesmo videogame do Jumanji que estava com o garoto chamado Alex no começo do filme, e para vocês que estão com a mesma dúvida sobre o que aconteceu com o mesmo alguns de vocês sabem a resposta assim como eu, e também outros de vocês não sabem e não minha crítica não existem spoolers porque vocês precisam ver o filme por conta própria para vocês entenderem o mesmo como eu entendi e estou fazendo a minha crítica sobre o mesmo, e ainda outro ponto forte do filme foi à mudança do jogo de tabuleiro para o videogame, a mesma ideia mostrou o mundo de Jumanji pelo jogo e cada um dos personagens ficou com avatares que escolheram na vida real antes de entrarem no jogo e durante o processo que eles ficam presos no jogo em outros corpos vai ajudar os protagonistas a se descobrirem mais sobre si mesmos como também ajudarão eles a sobreviver durante a estadia deles em Jumanji como também criarão um vínculo de amizade vistos em filmes dos anos 80, como Os Goonies e Conta Comigo, mas isso será falado no decorrer da crítica.
Presos no videogame os quatro adolescentes ficam presos em Jumanji em corpos de avatares totalmente opostos dos deles no mundo real para começar o nerd viciado em videogame Spencer fica com o avatar do herói e protagonista da história do jogo, o seu ex-melhor amigo e atleta Fridge fica com o avatar do ajudante do avatar de Spencer que ao contrario do seu corpo original do mundo real que não têm nenhum porte físico e atlético, mas que rende muitos momentos de humor durante o filme inteiro, a patricinha Bethany ficou com o avatar do professor e que possui um grande conhecimento de cartografia e paleontologia e a estudante tímida Martha fica com o avatar da aventureira sexy que é totalmente o oposto da sua versão original do mundo real. Mas o que posso dizer é que os atores que interpretam os protagonistas na vida real e no jogo são extremamente talentosos, mas primeiro por parte para vocês não se confundirem vocês; A Boa escolha do elenco do filme foi um dos fortes fatores para a produção ter sido um grande sucesso, os atores que interpretam os personagens da vida real são talentosos que são no caso Alex Wolff, Madison Iseman, Ser'Darius Blain e Morgan Turner que são talentos que participaram de outros projetos e que foram descobertos no filme e que nas notícias do meu blog verão que dois deles dos quatro mencionados acima já ganharam novos trabalhos após o sucesso de Jumanji: Bem-vindo à Selva e ainda o elenco que interpreta as suas versões de Jumanji composta por Dwayne Johnson, Karen Gillan, Kevin Hart e Jack Black que durante o filme conseguiram manter a essência adolescente nos seus personagens, porque o que estou querendo dizer é que apesar de a metade do elenco ficar ausente do filme que é no caso as versões adolescentes, mas o filme criou uma química incrível nas versões dos avatares de Jumanji porque as mesmas renderam boas e grandes risadas e ao mesmo tempo muitas cenas de humor muito boas, ainda mais que estamos precisando de ótimas comédias com doses de ação e adrenalina.
Uma das coisas que ficou impressionante na produção foi os cenários do filme que fizeram o cenário de Jumanji ficar bem impressionante e que ao mesmo tempo tornaram a produção muito boa, e também outro ponto positivo em que o filme se saiu muito bem foi nos efeitos especiais e visuais e ao mesmo tempo em que o filme, mas a ideia do filme além de fazer um resgate aos clássicos de sessão da tarde dos anos 80 e incorpora-los a história do filme como é o caso da aventura dos adolescentes dentro do jogo e os momentos do desenvolvimento dos seus relacionamentos relembraram os outros filmes dos gêneros juvenis que citei acima além do Clube dos Cinco, que são no caso Os Goonies e Conta Comigo, além disso, a atuação dos atores que interpretam os avatares ajudou nas cenas de perseguição na selva e que os mesmos conseguiram incorporar o espírito adolescente das suas contrapartes do mundo real, sendo que a mais engraçada foi a do ator Jack Black onde o mesmo ficou com o comportamento de uma adolescente, e ainda o motivo do ator ter conseguido fazer um avatar virtual de um jogo com comportamento de uma adolescente de ensino médio é porque o mesmo assistiu vário series adolescentes para entender o comportamento de uma adolescente, mas o que posso dizer a atuação ficou muito legal e ainda momentos da personagem Bethany descobrindo mais a respeito do corpo humano masculino foi muito engraçado, e ainda temos a interpretação do ator que faz o avatar do Fridge que é um dos melhores de roubar a cena nos momentos de ser um personagem tagarela que vive momentos de muitas atrapalhadas, e ainda no filme podemos ver o desenvolvimento da amizade de Fridge com Spencer que pelo percebi no filme na infância os dois eram amigos, mas depois que foram para o ensino médio seguiram para caminhos diferentes onde um andava com a turma mais legal e popular da escola enquanto deixou o outro de lado para passar vergonha o filme em si passa o velho esperiótico do mundo adolescente que é conhecido como a. Questão da identidade do mesmo, porque cada um dos protagonistas faz parte de um grupo diferente do ensino médio que têm seus dramas;
Além da visão nova que Jake Kasdan e os quatros roteiristas tiveram para a ideia de Jumanji: Bem-vindo à Selva foi uma das melhores para um reboot e ainda que ao mesmo tempo em que serviu como uma sequência para o filme de 1995, e ainda o tabuleiro foi achado no ano de1996 um ano após os acontecimentos do primeiro filme, e para aqueles que não se lembram do personagem de Robin Willians que é o famoso Alan Parrish que foi o garoto desaparecido no primeiro filme e voltou como adulto, e ainda o personagem foi citado duas vezes no novo filme que apesar da ideia nova a mesma teve objetivo de se manter próximo à ideia do original, e ainda podemos o espírito do personagem do original do filme quando um dos personagens Alex encontra uma das coisas que pertenceu a ele no tempo que ele ficou preso em Jumanji, e assim como no original tivemos mais um garoto desaparecido cujo sua casa apareceu no início do filme, e o mesmo apareceu na segunda metade do filme como a peça chave para a solução dos protagonistas de saírem do jogo, e seu avatar é interpretado pelo famoso ator e músico Nick Jonas que para mim é um dos seus melhores trabalhos após o termino da banda com seus irmãos, e seu personagem fez uma espécie de interesse amoroso novo para a personagem Bethany, e que nos momentos em que a personagem conheceu Alex com o avatar masculino e que rendeu momentos engraçados.
E as melhores cenas de ação do filme são onde os protagonistas enfrentam animais selvagens da perigosa terra de Jumanji e até bandidos com motos, mas a única coisa que eu achei fraca no filme foi o vilão da história que apesar de ser o grande malvadão da história quase nunca roubava a cena, porque quem roubava mais nas cenas do filme eram os protagonistas da história, e também uma das melhores cenas do filme foi quando o casal adolescente do filme Marta e Spencer se declarou um ao outro, porque afinal é um filme adolescente, e como falei as cenas de ação, adrenalina e aventura lembram momentos do filme clássico Os Goonies, e ainda com cenas de momentos de construção nas amizades e relacionamentos lembram também outro clássicos da sessão da tarde que no caso é o filme Conta Comigo que é um filme que fala sobre questões como aventura e amizade, mas também o filme também teve uma das melhores cenas de ação nos lugares conhecido como o bazar, que mostrou mais do mundo de Jumanji a intenção do novo filme é expandir o universo do mesmo e ainda nos mostrou o mundo de Jumanji através da expectativa de um videogame, e como eu falei anteriormente no início da crítica que muita gente pode ficar com medo de um reboot, continuação ou remake que elas podem acabar estragando ou até ter uma péssima recepção, mas é uma coisa que eu falei anteriormente porque não têm problema de um estúdio fazer um dos 3 itens acima para o filme, só precisa de uma coisa que é a escolha certa para a direção e no roteiro, e ai sim a coisa dar certo como deu em Jumanji: Bem-vindo à Selva.
O filme além de trabalhar no ponto da emoção da adrenalina e da aventura, o filme também trabalhou muito a questão do desenvolvimento dos personagens porque a apesar das suas diferenças sociais no Ensino Médio os mesmos conseguiram superar as mesmas para que pudessem completar os desafios impostos do jogo para conseguir escapar e voltarem para suas vidas cotidianas normais, e ainda o filme foi recheado de momentos de muito humor como ao mesmo tempo de cenas hilárias envolvendo uma das cenas de luta mais engraçada e ao mesmo tempo bastante sexy que deu uma grande atuação da atriz Karen Gillian, e as melhores cenas do filme foi a da perseguição do helicóptero que foi uma das melhores cenas do filme e que envolve a atuação Dwayne Johnson que é um dos melhores atores para fazer uma grande cena de ação, mas como mencionei antes os grandes nomes fazem os avatares dos adolescentes que são o grande herói, a lutadora sexy, o escudeiro, o professor e o piloto, e sem falar que o filme fez uma homenagem ao clássico filme Conta Comigo em uma cena altruísta que ensinou um dos jovens uma grande lição de vida.
E ainda o final do filme foi o melhor onde para eles passarem pela fase final do jogo eles tinham que superar as suas inseguranças e ainda lembraram uma coisa que o diretor deles falou no início do filme quando foram para a detenção, a questão do jogo Jumanji serviu como uma espécie de teste, o filme segue exemplo de outros filmes do gênero que mostram pessoas que têm problemas de vida, ou são egoístas, egocêntricas para perceberem o que elas fazem de errado, e o jogo em si foi como uma espécie de terapia em grupo no sentido que eles ficaram nos corpos opostos dos seus com características opostas das suas, para que eles pudessem desenvolver os seus laços de amizade assim como também superar as suas diferenças e ao mesmo tempo liberar lados das suas personalidades que nunca tinham feito, é como eu disse anteriormente o novo Jumanji é uma história de amadurecimento e crescimento adolescente, mas claro que o filme não ficou preso no drama adolescente, e que o mesmo se concentrou e se voltou mais para as comédias da atualidade com grandes cenas de tirar o fôlego de qualquer um que assistir o filme, e o filme em si foi uma espécie de resgate aos clássicos da sessão da tarde porque as características do filme me fizeram lembrar as características dos mesmos filmes que assistir que são no O Clube dos Cinco do ano de 1985 de John Hughes que têm como características em comum com Jumanji: Bem-vindo à Selva a parte em que os protagonistas juvenis cometem pequenos delitos e fazem uma espécie de trabalho comunitário para refletirem o que pensam de si mesmos, mas claro que essa questão os jovens descobriram ao mesmo tempo aprenderam quando ficaram presos e jogaram jogo Jumanji como personagens diferentes deles do mundo real, Os Goonies do ano de 1985 que têm em comum com Jumanji: Bem-vindo à Selva a questão dos momentos de aventura que os protagonistas passam durante o tempo deles presos no jogo, e outro clássico dos anos 80 que aparece como referência no filme é o Conta Comigo. do ano de 1986 que têm comum Jumanji: Bem-vindo à Selva a questão do amadurecimento de quatro jovens que descobrem mais sobre si mesmos nas experiências e ainda criam um laço de amizade que os ajudar a passarem pelos desafios do jogo, e ainda o primeiro filme da franquia Jumanji que não passou despercebido e que teve uma grande homenagem como ao mesmo tempo uma conexão com o filme original através do personagem vivido por Rob Willians, e com isso Jumanji: Bem-vindo à Selva é um resgate aos clássicos da sessão da tarde como mencionei anteriormente, e o mesmo que vale a pena assistir várias vezes, e o mesmo que para mim o enredo tem a semelhança de um livro (início, meio e final) com grandes personagens desenvolvidos na trama e com o roteiro de tirar o fôlego, e com ótimos efeitos especiais e visuais que não perdem tempo também no filme.
O filme é dirigido por Jake Kasdan (diretor dos filmes Professora sem Classe e Sex Tape – Perdido na Nuvem), com o roteiro escrito por Scott Rosenberg, Jeff Pinkner, Erik Sommers e Chris McKenna, no elenco do filme estão: Dwayne Johnson (da franquia Velozes e Furiosos e dos filme A Viagem 2: A Ilha Misteriosa e Baywatch: S.O.S. Malibu),Kevin Hart (dos filmes Policial em Apuros e O Durão),Jack Black (do filme Goosebumps: Monstros e Arrepios),Karen Gillan (da serie Doctor Who e da franquia Guardiões da Galáxia),Nick Jonas, Madison Iseman (do filmes Tales of Halloween),Alex Wolff,Missi Pyle,Bobby Cannavale (da serie Boardwalk Empire e dos filmes Homem-Formiga e O Touro Ferdinando),Morgan Turner, Ser’Darius Blain, Rhys Darby (do filme Sim,Senhor e da serie Voltron: Legendary Defender),Tim Matheson, Marc Evan Jackson (dos filmes Transformers: A Vingança dos Derrotados e do filme Kong: A Ilha da Caveira), Missi Pyle (dos Filmes A Fantástica Fábrica de Chocolate e Garota Exemplar), Tim Matheson (do filme O Dono da Festa), Maribeth Monroe,Mason Guccione,Sylvia Jefferies (dos filmes Diário de uma Paixão, Halloween 2 e Piranha 3DD),Jonah Bowling,Marin Hinkle (do filme Jovens Malditos), Rohan Chand, Carlease Burke,Tait Fletcher (do filme Família do Bagulho), Jamie Renell (da franquia Divergente), Natasha Malinsky,Stephen Dunlevy (dos filmes Escorpião Rei 4: Na Busca pelo Poder e Logan),William Tokarsky,Rob Mars e Tracey Bonner.
Vejam a nota do filme abaixo:
Nota:8,7/10,0
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E suas imagens:
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‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva‘ se tornou a segunda maior bilheteria da história da Sony Pictures, segundo o Deadline.
Com US$ 900 milhões mundialmente, o filme tem a segunda maior arrecadação da Sony internacionalmente (a primeira é ‘007 – Operação Skyfall‘) e domesticamente (a primeira ainda pertence a ‘Homem-Aranha‘, de Sam Raimi).
‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva‘ se tornou um fenômeno de bilheterias, se tornando a quinta maior bilheteria da história da Sony, atrás apenas de ‘Homem-Aranha 1, 2 e 3‘ e ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘.
Com o sucesso, a Sony está confiante na franquia e já está desenvolvendo uma sequência. De acordo com novas informações do Deadline, ‘Jumanji 3’ está sendo tratado como prioridade dentro da produtora e os roteiristas Scott Rosenberg e Jeff Pinkner estão em negociações para retornarem. Segundo o The Wall Street Journal, a confiança é tanta que o estúdio planeja lançar a sequência nos cinemas em 20 de Dezembro de 2019, mesmo fim de semana que ‘Star Wars: Episódio 9‘ chega aos cinemas.
Mundialmente, ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva‘ já soma mais de US$ 800 milhões no total. Se planeja realmente promover um segundo round do duelo Jumanji vs Star Wars em dezembro de 2019, a Sony precisa começar o quanto antes a preparação da sequência e, segundo o Deadline e o The Wrap, o lema será o bom e velho "em time que está ganhando, não se mexe". De acordo com fontes das publicações, o diretor Jake Kasdan e os roteiristas Scott Rosenberg e Jeff Pinkner estão negociando seus contratos para Jumanji 3, que deverá contar com o retorno das estrelas Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan.
Maior sucesso da carreira de The Rock nos Estados Unidos, Jumanji: Bem-Vindo à Selva arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente e é o primeiro longa desde Titanic a liderar o ranking das bilheterias até fevereiro após estrear em dezembro.
A sinopse da sequência ainda não foi anunciada, mas o filme deverá seguir a história dos personagens de um jogo de videogame que servem como avatares para quatro adolescentes que ficam presos dentro do jogo.
Espero que gostem da nova postagem, e até a próxima meus amigos!

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