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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

The Maze Runner: A Cura Mortal, conclusão da trilogia cinematográfica da 20th Century Fox que é um dos lançamentos mais esperados de 2018

Bom dia meus amigos, hoje tenho uma nova crítica para vocês da 20th Century Fox sobre um dos esperados lançamentos do ano de 2018, sobre uma das franquias adolescentes de ficção cientifica que estreou em 2014 baseado na trilogia literária de mesmo escrita por James Dashner que fez um grande sucesso e ainda trouxe novos nomes para o mundo Hollywood que já vou citar na minha critica de hoje que eu garanto que vocês não vão se arrepender de acompanhar, porque essa crítica que farei hoje é do esperado terceiro filme da trilogia The Maze Runner.
Para aqueles que não conhecem a franquia vocês se lembram do primeiro filme que estreou no ano de 2014 chamado The Maze Runner: Correr ou Morrer que começou com o clima da serie Lost que se passava no labirinto que até me lembro que um dos melhores da trilogia, pois é e um ano mais tarde estreou o segundo filme The Maze Runner: A Prova de Fogo que foi a expansão do mundo da franquia onde vimos pela primeira à vida da Terra fora dos muros do labirinto e agora penso que o escritor da franquia teve grandes influências para a criação da trilogia literária antes da mesma ir para os cinemas, e as mesmas influências foram repetidas e deram um toque bastante futurista e familiar que já vimos em muitas produções do gênero, mas o que posso dizer a respeito dos 3 filmes da franquia The Maze Runner é o seguinte: o primeiro filme teve um clima como citei da serie Lost, em seguida o segundo teve o clima das franquias Mad Max e Resident Evil, e agora o clima do terceiro foi uma conclusão com mistura de Mad Max, Resident Evil e Blade Runner que vou explicar mais a frente, mas antes de prosseguirmos falarei sobre o que aconteceu antes do lançamento do filme para este ano.
Para vocês que ainda se lembram o ator principal da franquia que faz o personagem principal Thomas, Dylan O'Brien que sofreu um grande acidente no mês de fevereiro de 2016 e quase colocou a sua vida em risco quando estava gravando uma grande cena de perseguição de alta velocidade na cidade canadense de Vancouver no Canadá e por conta disso foi um grande milagre para o ator ter sobrevivido e ainda foi uma longa recuperação, e a produção do terceiro filme foi pausada e estreia que antes estava agendada para fevereiro de 2017 foi mudada para janeiro de 2018, e as filmagens foram retomadas, mas desta vez na África do Sul ainda no ano de 2017, e logo quando assisti o filme no começo percebi qual foi à cena em que o ator Dylan O'Brien sofreu o seu grave acidente e a mesma coisa será discutida aqui na minha crítica.
E mais a respeito do terceiro filme da franquia que é uma junção do primeiro com o segundo filme foi à combinação excelente que resultou na conclusão satisfatória da franquia iniciada no ano de 2014 nos cinemas do mundo, mas The Maze Runner finalmente viu o mundo e foi aos cinemas graças nas mãos dos iniciantes de Hollywood que são Wes Ball e T.S. Nowlin que são as mentes criativas por trás de todos os 3 filmes da trilogia na qual Wes Ball trabalhou como diretor e T.S. Nowlin trabalhou como roteirista e esperamos ver eles em novos trabalhos no futuro, e em minha opinião posso dizer que apesar das diferenças dos livros com os filmes, mas ainda assim a franquia conseguiu se manter firme nos cinemas, mas claro que já conhecemos essa história de algum livro ou revista em quadrinhos é adaptada para os cinemas ou televisão pode ter algumas diferenças, mas por conta do trabalho da dupla nos filmes posso dizer que o filme superou as minhas expectativas, e também a produção ganhou brilho graças ao talento dos jovens atores que fazem parte da produção.
Uma das coisas em que a produção caprichou assim como nos filmes anteriores foi na fotografia dos cenários, e ainda nos efeitos especiais e visuais como é o caso dos cenários que tiveram inspiração das franquias Mad Max e Resident Evil, mas o grande destaque do filme foi a grande cidade onde a organização antagônica opera as operações e Foi ai nesse cenário que a produção caprichou na fotografia porque a cidade teve uma inspiração da cidade do clássico Blade Runner: O Caçador de Androides e da sequência Blade Runner 2049 lançada no ano passado e uma das coisas que evidente no filme foi à questão da sobrevivência da humanidade, a questão do que é certo ou errado em um mundo como o da franquia e até a luta de classes, quer dizer o filme traz à tona as questões que já vimos em vários filmes e series de televisão com a temática, mas isso não impede o desenvolvimento da trama, porém eu achei algumas que faltaram na hora h do filme, mas foi compensada com uma grande reviravolta de tirar o fôlego.
Mas voltando a falar até em entendo o porquê a cena de adrenalina na qual aquele acidente envolvendo o ator principal tinha de tão perigoso porque logo de cara no começo do filme tivemos uma perseguição de carro de alta velocidade e fazer uma cena dessas pode ter sido bem perigosa e fazer essa grande cena quase custou à vida de um grande ator que nos conquistou, mas ainda bem que tudo terminou bem e a produção do filme voltou, mas voltando sobre a cena de abertura ela lembrou bastantes àquelas cenas de perseguição de carros com muita ação e adrenalina como nós vemos nas franquias Mad Max, mas logo de cara essa foi à primeira coisa boa do filme, e ainda o filme traz todos os personagens do mundo de The Maze Runner de volta ao jogo, assim como traz outros personagens conhecidos que nós conhecemos assim como novos personagens, mas mesmo assim a nostalgia foi grande por conta da inspiração como foi feita o filme, assim como o talento de fotografia para as cenas de ação assim como nos efeitos especiais e nas cenas de ação que foram realizadas pela equipe de produção do filme e com a liderança de Wes Ball o terceiro The Maze Runner é um show de pura adrenalina e ação que faz o espectador ficar mais um tempo na poltrona dos cinemas para assisti-lo inteiro.
Uma das coisas que ficou ausente do filme em si foi da organização Braço Direito que apareceu no segundo filme, e que apareceu no início do terceiro filme, mas só reapareceu no final, e personagens que apareceram no segundo filme como Aris, Sonya e Harriet tiveram pouco destaque e não apareceram durante a batalha final contra a organização que os caçava, porém no final de uma franquia todos os personagens que participaram dela tinham que participar não todos, mas aqueles que tinham um grande peso para nos mostrar nas telas poderiam ter tido um destaque maior no terceiro filme, mas a produção decidiu destacar nos principais por conta da duração do filme, mas poderiam ter investido mais no elenco secundário e não terem sido econômico, mas por outro lado a produção se saiu bem, mas ainda têm algumas coisas que precisam ser discutidas a respeito sobre o filme em si.
A produção em si se destacou nos principais personagens que fizeram o brilho na produção que são Thomas, Newt, Frypan, Minho, Gally, Jorge e Brenda ao lado do trio antagônico que são Ava Paige, Janson e Teresa o que tornou equilíbrio do filme bastante favorável na trama e do desenvolvimento da mesma e o filme si também não só ficou no lado da ação, mas como também no lado pessoal porque o filme em si explorou bastante a questão da relação de Thomas e Teresa do filme que um dos focos do filme e ficou evidente que os dois tinham uma conexão especial desde que trabalhavam juntos para a organização antagônica da franquia, o que tornou evidente que a relação dos dois que apesar de conflitosa e tensa nos acontecimentos anteriores, mas dá para perceber que eles tinham uma ligação especial, logo de cara quando eles viram o plano de invadir a cidade, mas claro que o filme não ficou nesse drama entre os dois, mas houve muito ressentimento, mas claro que houve uma troca de olhares tensos no decorrer do filme. Mas falando a respeito da atuação do elenco principal do filme posso dizer que manteve um trabalho excelente assim como nos dois filmes anteriores, principalmente do ator Dylan O'Brien que roubou a cena como nos filmes anteriores porque o talento dele como ator é surpreendente e esperamos ver mais trabalhos dele após a conclusão da trilogia The Maze Runner e para aqueles que não se lembram que ele interpretou o co-protagonista Stiles da serie de drama, fantasia, suspense e terror da MTV, Teen Wolf por 6 temporadas e ainda fez participação em outras produções cinematográficas, e também temos outros atores como Thomas Sangster que fez o braço direito do protagonista na trilogia e ainda teve uma cena de tirar o fôlego e ainda derramar lagrimas, em seguida tivemos Ki Hong Lee que é um dos grandes nomes da trilogia e posso dizer que seu trabalho se superou no terceiro filme ao lado do companheiro de elenco Dexter Darden cujo outro personagem teve uma evolução surpreendente dos quatro que começaram juntos desde o primeiro filme. E outros dois atores que eram secundários e que apareceram no segundo filme são Jorge e Brenda que são interpretados por Giancarlo Esposito e Rosa Salazar, mas aqui no terceiro filme os dois tiveram uma grande evolução surpreendente na trama ao lado de Thomas e os amigos dele e principalmente a personagem Brenda mostrou-se ser uma personagem feminina forte para substituir Teresa após ela ter traído Thomas e os amigos no segundo filme aqui no filme tivemos uma evolução surpreendente da personagem ao lado do seu amigo e figura paterna, mas diferente do terceiro livro não ficou evidente se ela tinha uma paixão por Thomas, mas claro não ficou nessa de triangulo amoroso até porque isso já está passado, e falando Jorge ele foi único personagem adulto que é aliado dos heróis que ficou até o final e se juntou na batalha final contra a organização antagonista e vimos também a sua evolução como personagem principal e suas melhores cenas de ação e adrenalina foi ao lado da sua filha adotiva Brenda; E o caso especial que ficou evidente no filme foi Gally que apareceu do meio do nada de vilão para aliado, e ainda o personagem teve uma cena tensa com Thomas que ainda bem que também não ficou nesse drama e ressentimento pelos atos passados, mas que seu personagem provou seu valor para o grupo como uma grande ajuda e também mostrou que tudo mundo pode mudar e encontrar o caminho da redenção, ou melhor, dizendo quase todo mundo.
 E falando sobre o trio de antagonistas do filme se girou em torno de Ava Paige, Janson e Teresa onde assim como no elenco dos protagonistas o lado dos antagonistas foi movido de diversas polaridades onde a cada momento do filme nas pessoas que estavam no comando da organização C.R.U.E. L e posso dizer uma coisa a respeito que o papel da organização no mundo de The Maze Runner reflete muito às questões de sobrevivência da humanidade mas duas perguntas que o filme faz para o espectador nesses pontos de sobrevivência é: até onde o ser humano pode ir para sobreviver e quais os limites certo e errado ele pode ultrapassar? Eu vou lhes responder essas perguntas com as minhas observações a respeito do filme, nós seres humanos temos um famoso histórico de fazer grandes coisas e ao mesmo tempo fazer coisas terríveis mesmo que sejam por boas intenções o que eu aprendi sobre a natureza humana que até mesmo um bem maior exige um grande sacrifício, mas eu me pergunto até que ponto a humanidade pode se salvar, mas também sacrificando os outros para um bem maior, e essa questão está presente nas duas antagonistas Ava Paige e Teresa ambas personagens da franquia se mostraram antagonistas, mas com intenções heroicas, o que torna-elas anti-heróis da trama da franquia, mas a pergunta que eu fiz antes é como a humanidade se salvar sem sacrificar outros da sua espécie para um bem maior, e a personagem Teresa é uma personagem que têm a mesma dualidade de Ava ambas fazem coisas ruins para um bem maior e podemos ver que a personagem em si assim como Ava têm sentimentos de culpa pelas decisões que ela tomou, mas que isso não muda as visões de que pode salvar o mundo, nesse filme podemos ver o amadurecimento e a evolução das duas personagens em relação aos acontecimentos do filme, e lembram-se da polaridade de antagonismo que se desenvolveu no decorrer do filme e seus desenvolvimentos são muitos diferentes daqueles vistos nos livros que deram origem ao filme. 
Mas no caso do personagem Janson interpretado pelo ator irlandês Aidan Gillen (o Mindinho da serie Game of Thrones) posso dizer que ele teve uma grande evolução no filme assim como os outros personagens, para termos ideia no segundo filme da franquia o personagem começou na história como um capacho de 5° categoria daqueles do tipo que executa as ordens de seus superiores sobre os demais personagens e quando o terceiro filme começa o personagem começa exatamente igual do segundo filme, mas no decorrer do filme vamos vendo a evolução do mesmo para um papel maior na questão de antagonista o que posso dizer sobre a questão de antagonistas da franquia é muito polar no sentido que fica numa reviravolta de que um minuto aquele personagem que era considerado o grande mal da franquia se revela uma pessoa morna ou possui uma dualidade de que lado está que é caso das personagens Ava e Teresa que são as antagonistas do filme, mas que no final têm ressentimento pelos seus atos ruins do passado, mas no caso de Janson o personagem aqui no terceiro filme ele têm o caráter original de antagonista dos livros da franquia The Maze Runner, ele se revelou bastante enigmático logo quase no final do filme, mas foi revelado que ele é um personagem de segundas intenções semelhante aos vilões da franquia Resident Evil, que apesar da demora do roteiro em relação a grande revelação a respeito do personagem Janson o roteiro do filme fez jus as características originais do vilão em relação ao livro, porém ainda tiveram algumas diferenças em relação ao terceiro livro como a questão da ausência da organização Braço Direito que faz a grande reviravolta da história no terceiro livro aqui nesse caso foi diferente, mas no caso de uma reviravolta de um filme da franquia Resident Evil.
E o filme teve momentos de adrenalina intensos do estilo do primeiro filme da franquia, mas com a metade dos momentos do segundo filme, em minha opinião o terceiro filme foi uma conclusão de mistura dos dois filmes para dar um final para a franquia iniciada em 2014, e ainda o filme teve um dos momentos mais tristes presentes do livro que é o caso de Newt que foi um dos personagens secundários que mais conquistou o público nesses anos e ainda foi um dos primeiros amigos de Thomas no tempo do labirinto e foi um dos primeiros a confiar no personagem nos momentos mais difíceis no primeiro filme, e ainda a cena de Thomas e Newt durante os eventos da batalha final como descrevi anteriormente para vocês foi uma das cenas mais tristes de toda a franquia, e ainda as cenas da revolta popular contra a grande cidade foi muito bem feita mesmo ela não sendo exatamente igual ao livro, mas deu um ar satisfatório para a conclusão e a derrota final do C.R.U.E. L e ainda o filme explora alguns casos da franquia Resident Evil porém deixaram de fora as criaturas vistas do segundo filme porque no anterior teve o maior número daquelas criaturas, já nesse o filme explorou mais a questão da doença em questão de saúde do que infecção mas claro que tivemos cenas de perseguição das criaturas mas que tenha sido bem poucas mas deu um final digno para o filme e ainda as cenas finais do filme foram emocionantes no estilo de uma tragédia grega de tirar o fôlego dos grandes, e ainda no terceiro filme teve mais momentos de adrenalina e perseguições de carro de alta qualidade do que nos outros filmes não tiveram e ainda o filme fez uma grande homenagem a famosa franquia Mad Max por conta da questão do cenário da grande cidade que se separa da maioria que não têm condições financeiras, e ainda no filme tivemos um momento de redenção de um dos personagens da franquia pelos seus atos passados mas que não revelar para não dar spoolers para vocês.
E ainda o final do filme lembra o momento do primeiro filme com a famosa obra O Senhor das Moscas que deu um ar satisfatório para a conclusão da franquia, mas podia ter tido um pouco mais. Mas em compensação deu um final para a franquia que mesmo diferente do livro conseguiu me agradar, mas não sei a opinião dos outros, mas com a direção de Wes Ball e o roteiro escrito por T.S. Nowlin o filme deu um grande show de ação, perseguições de carros e ainda invadir uma cidade fortaleza para resgatar um amigo e outras crianças que estão sendo usadas como cobaias em experiências para encontrar a cura para um vírus mortal e com um final satisfatório, e ainda que o filme em sí lembra mais o primeiro filme mas com a junção de algumas partes do segundo filme mas como descrevi o terceiro filme da trilogia The Maze Runner é uma mistura dos dois filmes anteriores mas com momentos próprios de tirar o fôlego.
O terceiro filme é dirigido por Wes Ball (que dirigiu os dois filmes da franquia) com o roteiro escrito por T.S. Nowlin (roteirista dos dois primeiros filmes), no elenco do filme estão: Dylan O’Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Giancarlo Esposito, Rosa Salazar, Dexter Darden, Aidan Gillen, Ki Hong Lee, Barry Pepper, Will Poulter, Patricia Clarkson, Nathalie Emmanuel, Katherine McNamara, Jacob Lofland, Walton Goggins (das series Sons of Anarchy, Justified e dos filmes Django Livre e Os Oito Odiados) e Paul Lazenby (dos filmes As Branquelas e Deadpool).
Vejam a nota do filme abaixo:
Nota:8,5/10,0
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E suas imagens:
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Assista ao trailer oficial legendado e dublado de ‘Maze Runner: A Cura Mortal’


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Espero que gostem da nova postagem, e até a próxima meus amigos!

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