A Forma da Água, uma história de aventura e romance dos gêneros drama,fantasia, suspense e terror para adultos da Fox Searchlight Pictures dirigida pelo aclamado diretor mexicano Guillermo del Toro que é um dos lançamentos recentes que faz o grande resgate ao passado!

Bom dia meus amigos, hoje tenho uma nova crítica para vocês sobre um dos lançamentos recentes do cinema que é um dos filmes recentes do aclamado diretor mexicano Guillermo Del Toro (diretor dos filmes Cronos, A Espinha do Diabo, Blade 2, Hellboy, O Labirinto do Fauno, Hellboy 2: O Exército Dourado, Círculo de Fogo, A Colina Escarlate e criador das series The Strain e Trollhunters), e sobre esse filme é um dos mais aclamados pela crítica e ainda ganhou o prêmio do Festival de Veneza, o Leão de Ouro e ainda ganhou 13 indicações do Oscar 2018, e esse filme é o lançamento da Fox Searchlight, A Forma da Água que antes de fazer a sua estreia nos cinemas dos Estados Unidos em dezembro de 2017, o filme fez suas passagens por vários festivais de cinema de Toronto no Canadá, Veneza na Itália, Rio de Janeiro no Brasil e entre outros, e as críticas positivas a respeito do filme cresceram nos lugares em que o filme.
E as 13 indicações do Oscar 2018 que o filme A Forma da Água ganhou são nas categorias melhor filme, diretor, atriz, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, roteiro original, fotografia, trilha sonora, figurino, direção de arte, montagem, edição de som e mixagem de som; E não é pra menos porque quando eu assistir o filme tive uma das razões para entender porque o filme merecia a atenção que merece o que para muitos quando o filme foi anunciado pelo diretor Guillermo Del Toro foi colocado como uma história de contos de fadas que passa nos Estados Unidos durante a década de 60 na era da Guerra Fria como também ficou conhecido pela dualidade em que o mundo naquela época estava vivenciando que é a disputa entre Estados Unidos e União Soviética e sua corrida espacial pela hegemonia do mundo, e para falar a verdade eu considero o filme recém-lançado do diretor como um dos melhores trabalhos já feitos da sua carreira, até porque o filme também é uma espécie de fábula fantástica de contos de fadas para adultos que é um resgate à era clássica da sétima arte do mundo o que muitas produções da atualidade estão resgatando os conteúdos e até os costumes de outras décadas para transmitir uma mensagem para nós que somos a nova geração, e o filme em si representa esse resgate dos filmes clássicos que a antiga geração via, mas vocês se perguntarem por que estou dizendo essas declarações à ao filme, então terei o prazer de esclarecer suas duvidas na minha crítica sobre o filme A Forma da Água, e eu convido vocês para terem o conhecimento que estou passando a respeito do filme que eu vi, e ao mesmo tempo deixar as minhas impressões para vocês caso queiram assistir ao filme, porque para falar a verdade eu estava querendo assistir o filme por várias razões desde a história até a pessoa que é o diretor levou essa grande ideia para as telonas.
O filme em si é uma mistura da clássica história de amor “A Bela e a Fera” com o “clássico filme da Universal O Monstro da Lagoa Negra” lançado no ano de 1954, o resgate da sétima arte começa pela descrição que é à base do filme porque para vocês que não sabem o filme mencionado acima O Monstro da Lagoa Negra é um dos clássicos filmes de monstros da era de ouro de preto e branco da Universal, ou seja, para aqueles que nunca viram os filmes clássicos de monstros da Universal foi uma das primeiras franquias cinematográficas da história do cinema, mas também o filme faz o resgate de outras produções clássicas da década de 60, ou seja, o filme em si é uma espécie de convite para a nostalgia dos anos 60, para falar a verdade é uma espécie de viagem do tempo com várias referências em um filme e o filme também faz referências ao aspecto social e cultural da época em que o filme se passa o que torna a produção bastante chamativa em termos de atrair o espectadores na hora de assistirem o filme, mas também o filme transmite uma mensagem importante e linda que não é deixada para o final do filme, mas está presente no filme desde sua introdução e tudo se deve ao trabalho genial do diretor mexicano Guillermo Del Toro que é um dos melhores diretores, produtores e roteiristas da atualidade.
A inspiração do diretor Guillermo Del Toro para a história do filme A Forma da Água surgiu através de um dos filmes clássicos favoritos “O Monstro da Lagoa Negra”, até porque ele é um fã de filmes clássicos de monstros, e até em uma de suas produções o normal e o estranho se encontram o que é uma característica importante de suas produções, mas também outro fator importante é como ele conta a história do filme através da forma de uma fábula voltada para o gênero fantástico e onde suas criaturas sobrenaturais não aquelas que têm traços humanos, mas sim traços animalescos, bestiais, estranhos, esquisitos e assustador onde o normal e o anormal sobrenatural se encontram de mãos dadas como um só, e os elementos que estou falando estão presentes no seu filme A Forma da Água que também faz uma espécie de análise ao aspecto político e social em que o filme se apresenta.
A história do filme se passa na cidade americana de Baltimore nos anos 60 onde somos apresentados a protagonista da história que é uma jovem muda chamada Elise que trabalha como zelador em um laboratório secreto do governo americano onde passa a sua rotina fazendo tudo no padrão da água que é o elemento central e fundamental do filme e até faz parte da rotina da protagonista, mas se vocês acham que o filme será aquelas histórias de contos de fadas que nós conhecemos e amamos desde que nossos pais nos contavam quando éramos crianças na hora de dormir, mas posso dizer que na produção que estou fazendo a crítica é uma coisa totalmente diferente e mais voltada para o público adulto, e no filme até podemos ver que diretor não estava brincando quando o normal e o estranho andam de mãos dadas e posso dizer que o resultado é satisfatório, inspirador e inovador em todos os sentidos, e não é a toa que filme recebeu grandes elogios nos festivais de cinema antes do seu lançamento nos cinemas.
E na história do filme a vida da protagonista é mudada quando encontrar algo espetacular e fantástico no seu ambiente de trabalho que está relacionado com uma descoberta que está além desse mundo vindo da América da Sul o que é uma das primeiras referências do cinema clássico, e outra coisa que eu sei quando e vi o filme é que ele tem o final bem diferente da história do Monstro da Lagoa Negra onde a fera fica com a bela, mas de uma maneira bastante triste e ao mesmo tempo linda que no final do filme o diretor Guillermo Del Toro fez uma grande homenagem aos clássicos contos de fada que nós líamos quando éramos pequenos e cena no final do filme dá aquela entonação emocionante e fantasiosa de uma fábula que não estamos habituados a ver todo dia, mas o filme em si não só acerta na base para a criação e formação da história como também em outros momentos que vou explicar adiante;
O novo filme do diretor serve como uma espécie de resgate ao cinema clássico essa característica em si é apresentada em um dos cenários onde Guillermo Del Toro procurou buscar as características do período onde a história do filme se passa e isso não fica só restrito aos cenários como também na trilha sonora que dá aquele caráter de resgatar o passado e ainda apresentar a nostalgia cultural e social dos anos 60, e até podemos ver uma das cenas que o filme em si também apresenta a América dos anos 60 em pleno período da Guerra Fria onde também mostra um problemas sociais que aflige o Estados Unidos até hoje que o racismo, mas quando vi o filme tiveram duas cenas onde mostrou essa característica da América dessa época, e ainda mostrou também momentos da velha Hollywood onde houve momentos onde tiveram referências de velhas estrelas do cinema americano naquela década e ainda em uma cena do filme pudemos ver um momento em um cinema onde mostra um dos clássicos da época pra lá de maravilhoso, e também e uma cena entre a protagonista e seu interesse amoroso podemos ver uma grande homenagem àqueles shows de dança magníficos e clássicos que as pessoas dos Estados Unidos costumavam ver nas televisões deles, esses momentos que o filme oferece ao espectador é uma característica importante da produção que faz uma espécie de resgate a velha guarda dos tempos antigos, e para mim como uma pessoa que faz história me interessei bastante pelo filme ainda porque eu me interesso muito por produções de época e a Forma da Água não desaponta aos amantes de filmes clássicos, e oferece uma espécie de viagem no tempo de graça para quem quer reviver o passado.
E uma das coisas que fica bem evidente na hora de recriar aqueles momentos da década de 60 está nos figurinos e nos cenários que oferecem ao espectador de sentirem aquele ar de nostalgia para ficarem familiarizados e ainda o que predomina na história do filme aqui é a questão do drama na qual ele é o elemento que faz parte dos movimentos da produção e ainda assim dá aquela força para a forma como o filme está sendo contado para o espectador que é uma espécie de contos de fadas e uma das histórias do gênero que inspirou o filme foi a Bela e a Fera onde a protagonista age como as donzelas das histórias, mas logo no início do filme pude perceber que a protagonista em si se apresentava como o patinho feio da história porque no início do filme podemos ver um dos hábitos comuns para pessoas que têm tendência a serem solitários, a produção em si trabalha com a temática bastante trabalhada em muitas produções cinematográficas e televisivas que é questão do “Ser Humano”.
O roteiro do filme é bem desenvolvido assim como sua trama que é bastante eficaz e madura em todos os sentidos e um dos motivos para isso é porque o enredo lembra muito um dos maiores sucessos de Guillermo Del Toro que é lembrado até hoje que é o fantástico O Labirinto do Fauno que têm a mesma estrutura do filme A Forma da Água porque ambos os filmes do diretor funcionam como fábulas escuras de Contos de Fadas onde se passam em um determinado período da história onde uma protagonista se encontra em sua rotina e algo fantástico acontece na sua vida, e desse jeito o diretor Guillermo Del Toro usa o mesmo método em que usou no seu filme anterior “O Labirinto do Fauno” e uma das características têm em comum entre as duas produções do diretor além da base delas está também nos roteiros, na atuação do elenco que se mantém focado nos personagens para o desenvolvimento dos mesmos para o complemento da trama em que está sendo apresentado para o espectador e com isso o filme não falha em nenhum momento e assim como seu antecessor A Forma da Água ainda mantém aquela estrutura nos cenários onde os personagens da história vivem que dão aquela ênfase da mensagem através da forma que é contada que eu estou retratando aqui para vocês. 
A história do filme se passa nos Estados Unidos no ano de 1963 durante o período da Guerra Fria onde naquela época mundo estava dividido de um lado o mundo capitalista liderado pelos Estados Unidos e de outro o mundo comunista liderado pela União Soviética onde as duas superpotências disputavam entre si e o aumentando e investindo em armamentos bélicos assim como no número de aliados na expansão de seus dois mundos, e uma das coisas que ficou bastante presentes no filme inteiro foi à corrida espacial entre as duas superpotências que foi o motor da trama do filme ainda mais em se tratando no laboratório secreto do governo americano que foi muito bem explorada e ainda mais a questão do medo do comunismo foi ainda a coisa mais presente no filme inteiro porque como todos sabem naquela o mundo estava dividido entre dois lados e muita gente principalmente nos Estados Unidos tinham medo do avanço do comunismo como era conhecido o perigo vermelho e um dos acontecimentos que ficaram conhecidos nessa época foram à divisão da Europa em duas, a construção do Muro de Berlim, a Crise dos Mísseis em Cuba, A Guerra do Vietnã, e tivemos momentos pra lá de intensos envolvendo questões de espionagem internacional entre as duas superpotências e foi bastante legal envolverem uma história fantástica com momentos de burocracia e política, e ainda apresentou mais momentos da representação da sociedade americana naquela década.
Além da questão do medo do comunismo que estava presente na sociedade americana nessa década também estão presentes outros aspectos que fazem parte da sociedade daquela época até hoje na sociedade dos Estados Unidos em alguns momentos no filme pude perceber a presença do racismo em duas ocasiões do filme e houve até uma questão de homossexualidade no filme onde como todos nós sabemos que a homossexualidade era muito má vista pela sociedade em vários sentidos e nessa época as pessoas que eram consideradas homossexuais eram discriminadas diretamente e até na maioria das ocasiões podiam ser internadas em hospícios e até instituições porque naquela época muitas pessoas consideravam a homossexualidade como uma doença essas ocasiões que são retratadas no filme por duas pessoas próximas da protagonista nos mostra o tipo de filme é “A Forma da Água”, que é um filme além de mostrar o amor entre duas espécies diferentes, ou melhor, dizendo o encontro do normal com o estranho de uma forma romântica, que também é um filme que nos faz refletir em que tipo de sociedade vivemos nos dias de hoje, quando assisti ao filme considerei a mensagem pra lá de importante e fiquei refletindo ela na minha cabeça e parei e pensei que ainda hoje nós seres humanos que vivemos nos dias atuais do século XXI ainda vivemos com muitas questões que são pendentes do século passado como é o caso do racismo, da intolerância religiosa, da homofobia e entre muitas coisas, até no caso que eu vi no filme o monstro o homem-anfíbio acaba mais como vítima do que um monstro, aqui ele vira um alvo para o interesse das duas superpotências que querem estuda-lo, explora-lo ou até mata-lo para conseguir chegar aos seus interesses, e eu me faço essa mesma pergunta quando assisto um filme como esse, que nós seres humanos já matamos, entramos em guerras com os nossos semelhantes sejam eles por causa dos nossos interesses, até extinguimos outras pessoas sobreviver, e até no mundo de hoje estamos o próprio ser humano está destruindo. A própria casa dele, e com isso tudo que estou dizendo às vezes penso que o ser humano é ignorante pela natureza do egoísmo e não pensa em mais nada além do seu bem estar, e até o próprio ser humano pode se tornar um monstro através dos sentimentos errados. 
Outro ponto que merece destaque no filme além da história do roteiro, da coreografia, dos figurinos, nos cenários, na direção está na atuação do elenco do filme que entregam interpretações de tirar o fôlego para começar pela dupla protagonista do filme interpretados por Doug Jones e Sally Hawkins que deram grandes cenas de romance para o filme. Primeiro a atriz que interpretou uma jovem muda e solitária que tinha o interesse de fazer as suas atividades do seu dia-a-dia até conhecer o homem-anfíbio interpretado pelo ator Doug Jones que é um dos maiores colaboradores do diretor mexicano Guillermo Del Toro e trabalho nos projetos anteriores dele como Hellboy, O Labirinto do Fauno, Hellboy 2: O Exército Dourado, a serie The Strain do canal FX e do filme A Colina Escarlate o ator é conhecido por interpretar criaturas sobrenaturais e até monstruosos em vários filmes e series em que ele fez aparições como é o caso das series Buffy: A Caça-Vampiros, Falling Skies e Teen Wolf, e em outras filmes como o clássico dos anos 90, Abracadabra, Doom: A porta do Inferno, Quarteto-Fantástico e o Surfista Prateado e Quarentena, e posso dizer que ele é um dos melhores atores de peso para interpretar uma criatura monstruosa e sobrenatural e posso dizer que o Homem-Anfíbio dele foi uma das melhores coisas criadas pelo diretor Guillermo Del Toro, ainda mostrando uma cena que da uma homenagem ao seu filme de monstro clássico preferido, e ainda tivemos outros nomes de elenco forte no filme que é no caso da premiada atriz americana Octavia Spencer que entregou uma atuação que merece o Oscar e espero que no futuro veja ela em outras produções do diretor, outro ator que merece destaque é Richard Jenkins que fez uma espécie de figura paterna para a protagonista e ainda mostrou que seu personagem é de peso porque representa a humanidade e bom senso em todo o filme, outro ator que merece destaque pela sua atuação é o ator Michael Shannon que durante os anos ele ganhou destaque nos papéis recentes de vilão em alguns conhecidos que nós vimos e posso dizer que seu personagem no filme A Forma da Água foi uma das melhores surpresas porque representou uma pessoa bastante instável e intensa até nos momentos mais calmos, e posso dizer que o personagem do filme me fez lembrar um personagem do filme anterior de Guillermo Del Toro, O Labirinto do Fauno, e. Ainda. Não podemos esquecer do ator Michael Stuhlbarg que fez um personagem duplo e ainda envolveu uma grande cena de tirar o fôlego e ainda mostrou-se enfrentar os interesses dos seus superiores para um bem maior, é como eu falei antes A Forma da Água é um filme sobre a questão do que é “ser humano”, e o aclamado diretor mexicano Guillermo Del Toro representou isso da melhor forma para todos nós;
Ainda tivemos o desenvolvimento de cada um dos personagens principais da trama do filme, isso é para nos mostrar porque o filme merece ser uma das produções que merecem atenção no momento porque ela representa tudo o que eu falei logo no início da crítica, por exemplo, nos atores coadjuvantes que é no caso da dupla Octavia Spencer e Richard Jenkins que fazem um ótimo trabalho sendo ótimos co-protagonistas para a história e principalmente em que eles ajudam os protagonistas da história nas horas mais dificieis e até nos minutos finais do filme eles são as pessoas, ou melhor, dizendo as testemunhas que estão presentes no grande momento que foi um dos melhores da produção, e ainda o casal protagonista que são Elise e o homem-anfíbio que são a alma do filme foram um dos melhores porque envolveu cenas muito bem feitas e trabalhadas até porque a protagonista da história é uma deficiente e fala a língua de sinais, e o que mais aproximou dela com o homem-anfíbio foi através da sua diferença porque ambos os protagonistas da história eram dois seres que se conheceram em uma ocasião por conta que a protagonista algo nele mais do que a estranheza dele, porque ela tinha um sentimento que a maioria do ser humano têm que é a humanidade, que é um sentimento que nós vemos o mundo com outros olhos, como é o caso de Elise e seu vizinho que vêm o homem-anfíbio com um ser especial, e posso dizer que o filme teve uma grande inspiração na clássica história da Bela e a Fera só que com o toque mais adulto e ao estilo de Guillermo Del Toro.
E ainda o filme têm momentos de efeitos especiais e visuais com relação ao homem-anfíbio onde a própria criatura têm grandes mistérios de tirar o fôlego ainda numa cena envolvendo a relação dele com um dos personagens próximos a sua amada e o momento é bem especial porque apesar de ser um filme de monstro feito à moda antiga também funciona mais como um drama, mas o que realmente foi à alavanca e ao mesmo o ponto de partida para a história do filme foi elemento citado acima, mas tudo recheado de mistério sobrenatural fantasioso incorporado às questões políticas e sociais da época em que o filme se passa.
O filme A Forma da Água é um dos melhores trabalhos já feitos pelo diretor mexicano Guillermo Del Toro desde os filmes O Labirinto do Fauno e a serie Trollhunters, e para aqueles que não estão familiarizados com o diretor ele é conhecido pela franquia Hellboy que dirigiu os dois filmes, e ainda dirigiu o primeiro filme da franquia Círculo de Fogo que foi um sucesso em 2013 e que foi início de uma das novas franquias de ação, fantasia e ficção cientifica, e ainda ele dirigiu A Colina Escarlate que trouxe uma história gótica casa mal-assombrada inspirada em grandes clássicos góticos, mas ainda o diretor começou carreira através dos longas Cronos e A Espinha do Diabo, e ainda dirigiu o Blade 2 que foi o seu primeiro filme de super-herói e ainda criou sua 1° serie que foi The Strain que é baseada na trilogia literária escrita por ele em parceria com Chuck Hogan, e ambos os longas do diretor têm como objetivo misturar o belo e o assustador em grandes proporções, e ainda apresentar através delas lições de moral através de contos de fábulas sinistros através de inspirações em contos de fadas de uma forma surpreendentemente e assustadoramente de forma magnífica, ainda teve um momento no final que lembra os finais felizes de contos de fadas como Branca de Neve, Cinderela e entre outros.
O filme foi dirigido por Guillermo Del Toro, e com o roteiro escrito por ele em parceria com Vanessa Taylor (roteirista de 3 episódios da serie Game of Thrones e do filme Divergente), no elenco do filme estão: Sally Hawkins (dos filmes Godzilla e Paddington), Michael Shannon (dos filmes O Homem de Aço e Batman VS Superman: A Origem da Justiça), Richard Jenkins (dos filmes Quase Irmãos, Deixe-me Entrar, O Segredo da Cabana, Jack Reacher - O Último Tiro), Doug Jones (da franquia Hellboy, O Labirinto do Fauno, A Colina Escarlate e da serie The Strain), Michael Stuhlbarg (dos filmes MIB³ Homens de Preto 3, Doutor Estranho, A Chegada e da serie Boardwalk Empire) e Octavia Spencer (da franquia Divergente), Lauren Lee Smith (do filme Contos do Dia das Bruxas), David Hewlett, Nick Searcy (da serie Justified), John Kapelos (dos filmes Gatinhas e Gatões e O Clube dos Cinco), Morgan Kelly (da serie Being Erica), Nigel Bennett (dos filmes Lendas da Paixão, Sociedade Secreta e xXx: Reativado), Martin Roach (do filme A Casa dos Sonhos), Allegra Fulton e Stewart Arnott (do filme Robocop).
Vejam a nota do filme abaixo:
Nota:9,5/10,0
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Na semana em que conseguiu 13 indicações ao Oscar, o filme A Forma da Água teve um ótimo crescimento em relação sua bilheteria nos Estados Unidos. 
Segundo dados divulgados pelo IndieWire, a bilheteria do longa no último fim de semana cresceu em torno de 161% em relação ao mesmo período da semana passada, de modo que o longa arrecadou ótimos US$ 5 milhões na bilheteria do final de semana. 
O crescimento na bilheteria de A Forma da Água é maior que qualquer outro filme indicado ao Oscar de Melhor Filme desde 2011, quando O Discurso do Rei teve um crescimento similar. Agora, estatísticas apontam que o longa deverá arrecadar no mínimo US$ 55 milhões nos Estados Unidos.
E além disso esse ano o diretor Guillermo Del Toro vai lançar esse ano o spin-off da sua famosa serie do canal NETFLIX que é Trollhunters que se chama 3 Below que é segunda parcela da trilogia televisiva chamada Tales of Arcadia que é composta pela serie Trollhuntes e seus spin-offs 3 Below (que é sobre alienígenas que vai estrear este ano no canal NETFLIX) e Wizards (que é o spin-off das series Trollhunters e 3 Below que fala sobre magos e vai estrear no canal NETFLIX em 2019), e junto com 3 Below será lançada a 3° temporada da serie Trollhunters no final de 2018.
Espero que gostem da nova postagem, e até a próxima meus amigos!

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