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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Rei Arthur: A Lenda da Espada um dos lançamentos do ano de 2017 dos gêneros ação, aventura,drama e fantasia que é a nova versão da Warner Bros da famosa lenda do Rei Arthur dirigida pelo aclamado diretor britânico Guy Ritchie!

Bom dia, meus amigos, hoje tenho uma nova crítica para vocês sobre um dos lançamentos da Warner Bros do ano de 2017, que é um lançamento dos gêneros ação, aventura, drama e fantasia que é a nova versão da famosa lenda do Rei Arthur, que é uma versão mais dark e fantasiosa no estilo Hamletiano da famosa lenda em que o filme se baseia.
E ainda essa nova versão é dirigida pelo aclamado diretor britânico Guy Ritchie que é conhecido por dirigir os filmes Sherlock Homes 1, Sherlock Holmes 2: O Jogos das Sombras e O Agente da U.N.C.L.E. Para aqueles que não assistiram a um dos 3 filmes citados do diretor, sendo que dois deles que ele dirigiu são baseados no famoso detetive britânico fictício que resolve crimes, mistérios e vive aventuras na Londres Vitoriana do século XIX, já o terceiro é baseado na famosa serie americana de mesmo nome que se passava na Guerra Fria, mas ambas têm algo em comum no currículo do diretor, que são sobre personagens que vivem em períodos históricos, e vivem grandes aventuras envolvendo grandes conspirações e mistérios de tirar o fôlego.
Aqui no seu novo filme Rei Arthur: A Lenda da Espada nos traz todos os elementos e ingredientes encontrados nos filmes do diretor, mas aqui ele nos leva Inglaterra, ou melhor, dizendo a ilha Grã-Bretanha em uma época fantasiosa onde a magia é um elemento fundamental na história e tudo está centrado em uma arma forjada por um excelente mago, e que se tornou a arma mais importante para esse rei, e ela foi o centro de tudo no filme inteiro, porque ela era vista como uma personagem da história, porque ela tinha um papel fundamental no personagem-título da história do filme, e porque ela também tinha como objetivo de mostrar o verdadeiro destino dele.
O início do filme começa com muita adrenalina, onde vemos uma grande batalha feira por grandes efeitos especiais, claro que no início temos uma espécie de flashback mostrando tudo o que aconteceu antes de nos focar na história anos à frente, mas também vimos na nova versão da história que o diretor Guy Ritchie deu a ela também um toque a lá Hamletiano fantasioso, e ainda trouxe um toque mais dark para a história que deu a ela o mesmo estilo da famosa serie de fantasia do canal HBO, Game of Thrones.
Uma das lições que o filme nos ensina que o poder demais sempre corrompe as pessoas, e ainda mais dentro das próprias famílias, porque vocês conhecem a famosa história de Hamlet que conta a história de irmão trai irmão, filho trai o próprio pai e é uma das coisas que vemos muito repetidamente em todo o filme, e ainda uma das coisas que deixou o filme bastante interessante foi o vilão da história interpretado pelo famoso ator britânico Jude Law (que interpretou o Dr. Watson nos filmes Sherlock Homes 1 e 2), ou seja, Rei Arthur: A Lenda da Espada é a terceira parceria entre ele e o diretor Guy Ritchie que dirigiu os dois filmes mencionados acima, e ainda na crítica discutir com vocês diversos pontos que me deixou impressionado com o filme e outros que não foram bem.
E uma das coisas que se destacou no filme foi o clima dark fantasioso utilizado no filme, que deu uma cara totalmente nova para a famosa história que está sendo retratada no longa, que em minha opinião foi uma mistura de Rei Arthur com a serie Game of Thrones, porque no filme fomos apresentados criaturas mitológicas de tirar o fôlego o que torna um dos pontos para a comparação com a serie, porque os efeitos especiais foram bastante expressivos na hora de dar uma cara totalmente nova para a história do personagem, e ainda podemos ver mais pontos do filme com a serie como os cenários das cidades onde a história onde o filme se passou quer dizer a fotografia ficou excelente, e ainda as paisagens dos cenários ajudaram a dar um toque bastante aventura fantasiosa, assim como deu ao filme uma cara de jogo político entre o trono e a espada. 
Não só o estilo dark incorporou nos cenários do filme e na história como também no personagem principal, começando pelo herdeiro do trono o futuro Rei Arthur, mas aqui Guy Ritchie fez uma grande releitura na postura do personagem principal que começa o filme como um garotinho feliz ao lado dos pais, e destinado a ser futuro rei da Inglaterra, mas uma questão do destino mudou a sua vida de forma drástica e trágico na vida dos personagens o colando no caminho que todos nós conhecemos em histórias que estamos vendo do filme que ele é o único sobrevivente da sua família, e que vai para um lugar distante sem ser reconhecido no mundo exterior.
Durante sua juventude nas ruas distantes da sua antiga vida fora do castelo, Arthur começa sua vida lutando para sobreviver num mundo perigoso que antes desconhecia dentro do castelo, e para isso se adaptou ao seu novo estilo de vida, o filme uma grande representação de como ele adquiriu suas habilidades de sobrevivência nas suas experiências em que seu viu sozinho e tinha que contar com sua astucia e inteligência para sair de todo tipo de confusão que aparecer no seu caminho, o começo do filme fez uma espécie de retrospectiva mostrando tudo àquilo que o jovem herdeiro passou antes de voltar para seu lugar de origem que lhe foi roubado por alguém muito próximo da família do seu pai;
Mas durante o filme todo também vimos um protagonista atormentado pelo seu passado trágico onde ele perdeu as duas pessoas mais importantes da sua vida, mas como vocês sabem os filmes dessa temática dos dias de hoje mostram os heróis nessas situações antes de chegarem aos seus lugares de direito, mas também é a moda da época que não mostra aquele herói perfeito das versões anteriores, aqui vemos como descrevi anteriormente um herói com um passado atormentado, e redescobre sua linhagem de sangue anos mais tarde quando é chamado pelo destino para retomar o seu lugar de direito, que dizer o filme nos reconta esse estilo de história clássica, mas retoma com uma nova roupagem, mas claro que para alguns esse tipo de história está um pouco passada, mas mesmo assim ainda dá para se divertir com o filme em todos os sentidos.
 Claro que essa nova roupagem teve seus altos como também seus baixos que para algumas pessoas podem ser vistas de cara no longa, como o caso da lenda da espada Excalibur que foi explorada 10% na história do filme, enquanto outro elemento da história do filme como o feiticeiro Merlin que foi citado e até apareceu em um flashback no passado antes dos acontecimentos posteriores do filme, e nenhuma aparição dele acontece no presente, mas em compensação tivemos duas feiticeira na história, porque é como dizem o poder feminino está muito forte nos dias, e ainda o filme explorou bastante o que o poder pode fazer com a cabeça de uma pessoa, e que torna a mesma em um monstro. 
E falando nas atuações do filme das melhores foi do ator britânico Charlie Hunnam que interpretou o protagonista onde todas as cenas se mostrou um ator bastante talentoso em todos os sentidos, e uma das coisas que ficou impressionante também no filme foi às coreografias de luta que ocuparam a maior parte do filme, assim como nas cenas dos efeitos especiais e visuais deram um toque bastante expressivo a maior parte do filme, e ainda explorou bastante a luta interna entre o protagonista e seus medos do passado, que foi também foi uma das melhores partes do filme, e isso estou falando de uma cena em um flashback em uma noite que a vida do protagonista mudou completamente, e que seu maior desafio foi superar suas inseguranças para se tornar um homem forte destinado a comandar a sua nação.
E um dos grandes destaques do filme é a climatização de além de ser dark, também vem acompanhada com o gênero fantasia que deu ao filme uma forte presença de toque mais adulto para a história, e ainda os mesmos efeitos especiais e visuais estavam presentes na hora da aparição das criaturas místicas, que foi uma das melhores partes do filme, e ainda os mesmos efeitos apareceram nas cenas no treinamento de Arthur onde jovem precisava dominar seus medos para se preparar para o confronto contra o tirano que governa a nação, e ainda tivemos uma aparição de tritões e sereias que é uma coisa totalmente diferente, e mais monstruosa vista no filme, e quando forem assistir ao filme verão o que estou falando.
E ainda vimos uma das melhores partes do filme que foi a interação dos personagens contra o reinado tirânico do atual governante, e ainda podemos as partes mais legais do filme que as aventuras pelas terras de Camelot, e ainda tivemos uma das grandes partes do filme que foi a interação entre o povo da Grã-Bretanha e o povo Viking que mesmo não tenha sido muito explorada, mas deu uma complementada para o que o cenário da Inglaterra Medieval estava passando durante a era antecessora do reinado de Arthur, o filme também foi para mostrar como ele adquiriu suas habilidades de líder nato, e também para amadurecer e se desenvolver nas dificuldades que o destino colocava na sua vida, e ainda no decorrer do filme a batalha no início do filme teve uma ponta de conspiração no começo, que deixou o espectador em duvida o que causou aquela batalha no começo, e ainda o mais importante, o filme representou mostrou a origem da espada Excalibur, e ainda contou a sua origem de uma forma totalmente nova e mais dark.
E uma das melhores cenas do filme está nas batalhas quase no final do filme onde tiveram muitas coreografias bem elaboradas, e sem falar que assim como nos seus 3 projetos anteriores o diretor sabe retrata a época onde seus filmes se passam que no caso posso citar por os filmes a Era Vitoriana (Sherlock Holmes 1 e Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras), a Guerra Fria (O Agente da U.N.C.L.E.) e agora a Inglaterra Medieval (Rei Arthur: A Lenda da Espada), mas ambos retratam adaptações contos famosos e uma serie de televisão que têm como temática de intrigas, lutas, mistérios e entre outras para entreter o público de uma maneira para não deixar tédio no espectador. 
Mas voltando ao filme a direção do filme foi bem escolhida, porque vendo pelos trabalhos anteriores Guy Ritchie se mostrou bastante talentoso na hora de fazer uma história fantasia dark baseada em um personagem famoso de uma lenda, e falando do roteiro ficou uma coisa bastante combinada da serie Game of Thrones com Hamlet o que torna a fantasia uma das peças fundamentais do filme, e a atuação do elenco bastante promissora mesmo que a produção tenha cometido alguns erros, mas na opinião Rei Arthur: A Lenda da Espada é um dos excelentes do ano de 2017.
E também uma das melhores partes do filme também foi a excelente trilha sonora que deixou a climatização e tom dramático muito dark, até nas cenas das batalhas isso que deixou a produção com cara de Game of Thrones, mas se bem que mesmo sem uma trilha sonora para acompanhar nas lutas mesmo assim as cenas de luta da serie ainda têm um forte conteúdo, e todos os elementos que eu citei do filme Rei Arthur: A Lenda da Espada, e sem falar que no final do filme podemos ver uma das referências nostálgicas da história do personagem que só aparece no final do filme.
O filme foi dirigido pelo aclamado diretor britânico Guy Ritchie (diretor dos filmes Sherlock Holmes, Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras e O Agente da U.N.C.L.E.) com o roteiro escrito por Guy Ritchie em parceria com Lionel wigram (roteirista dos filmes Sherlock Homes e o O Agente da U.N.C.L.E.) e Joby Harold, no elenco do filme estão: Charlie Hunnam (das series Queer as Folk UK, Sons of Anarchy e dos filmes Círculo de Fogo, A Colina Escarlate, Z: A Cidade Perdida), Jude Law (da duologia Sherlock Holmes e da serie Young Pope), Àstrid Bergès-Frisbey, Eric Bana (dos filmes Hulk, Troia, Star Trek e Livrai-nos do Mal), Djimon Hounsou (dos filmes Gladiador, Diamante de Sangue, Guardiões da Galáxia, Velozes e Furiosos 7 e A Lenda de Tarzan), David Beckham (do filme O Agente da U.N.C.L.E.), Aidan Gillen (o Lorde Petyr Baelish ou Mindinho da serie Game of Thrones, e dos filmes Batman: O Cavaleiro das Trevas, The Maze Runner: Prova de Fogo), Annabelle Wallis (e da serie The Tudors e dos filmes X-Men: Primeira-Classe Annabelle), Katie McGrath (das series Merlin, Drácula, Slasher e Supergirl), Millie Brady (do filme Orgulho, Preconceito e Zumbis), Daniel Stisen, Hermione Corfield (dos filmes Fallen, Orgulho, Preconceito e Zumbis e xXx: Reativado), Poppy Delevingne (do filme Piratas do Rock), Freddie Fox (dos filmes Os Três Mosqueteiros e Victor Frankenstein), Kingsley Ben-Adir (da serie Vera), Mikael Persbrandt (da trilogia O Hobbit), Tom Wu (da serie Marco Polo), Eline Powell,Neil Maskell, Craig McGinlay, Georgina Campbell e Geoff Bell.
Vejam a nota do filme abaixo: 
Avaliação do filme:
Nota:8,2/10,0
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Vejam as suas imagens abaixo:
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Vejam a trilha sonora do filme:

Espero que gostem da nova postagem, e até a próxima, meus amigos!

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